Fluvial


Fez casa em seu cangote.

Mas era cigano. E o humano era o terreno que habitava. Tinha que partir, tinha que partilhar. Tinha que estar ali pra sempre. Mas ela achava cômodo amar demais.

Pensou no despejo. E despejou...

E a casa, inabalada, agora restava ainda mais linda,
na beira daquele rio...
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Um comentário:

graças pela partilha!

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